segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Parábola dos poços

Era o país dos poços. Qualquer visitante estranho que chegasse aquele país, só enxergava poços:
grandes, pequenos, feios, bonitos, ricos, pobres... À volta dos poços, pouca vegetação. A terra estava seca!
Os poços falavam de si, mas à distância ; sempre havia um pedaço de terra entre um e outro. Na
realidade quem falava era a boca do poço...a conversa acontecia na superfície da terra. E dava a impressão que
ao falar ressoava um eco, porque na verdade a fala provinha de lugares ocos. Como a boca dos poços estava oca,
os poços davam a sensação de vazio, de angústia...e cada um procurava encher esse vazio como podia: com
coisas, ruídos, sensações raras, livros, sabedorias... Havia poços com a boca tão larga que permitia colocar nela
muitas coisas. As coisas, com o tempo, passavam de moda: então, com as mudanças chegavam continuamente
coisas novas aos poços, coisas diferentes... e quem possuía muitas coisas era o mais respeitado, admirado... mas,
no fundo, o poço nunca estava contente com o que possuía. A boca estava sempre ressequida e sedenta.
Bem...no fundo...a maioria dos poços, pelas frechas deixadas por entre as coisas acumuladas na boca,
deixavam perceber algo misterioso... os seus dedos roçavam, uma vez por outra, a água no fundo do poço.
Diante desta sensação tão rara, uns sentiam medo e procuravam não voltar a senti-la. Outros, encontravam
tantas dificuldades por causa das coisas que abarrotavam das suas bocas, que se punham a rir e logo esqueciam
aquilo que se "encontrava no fundo"... Falava-se também na superfície da terra, daquelas experiências profundas
que muitos sentiam...mas havia quem risse bastante e dissesse que tudo era ilusão...
Até que houve alguém que começou a olhar mais para o fundo do poço e, entusiasmado com aquela
sensação que experimentou no seu interior, procurou ficar quieto... mas, como as coisas que abarrotavam da sua
boca incomodavam procurou libertar-se delas. E, aos poucos, os ruídos silenciaram, até chegar o silêncio
completo. Então, fazendo-se silêncio na boca do poço, pôde escutar-se o barulho da água lá no fundo...e sentiu
uma paz profunda, uma paz que vinha do fundo do poço. Então o poço experimentou que esta justamente a
razão de ser. No fundo, ele sentia-se ele mesmo. Até então acreditava que a sua razão de ser era ter uma boca
larga, rica e embelezada, bem cheia de coisas...
E assim enquanto os outros poços tratavam de alargar a sua boca, para que nela coubessem mais coisas,
este poço, olhando para o seu interior, descobriu que aquilo que ele tinha de melhor estava bem no fundo e que,
quanto mais profundidade tivesse mais poço seria. Feliz com a sua descoberta, procurou tirar água do seu
interior, e a água, ao sair, refrescava a terra e tornava-a fértil e logo as flores brotavam ao seu redor...
A notícia espalhou-se rapidamente...As reacções foram diversas: uns mostravam-se cépticos, outros
sentiam saudade de algo que, no fundo, percebiam também... outros ainda desprezavam "aquele lirismo" e
outros acharam perda de tempo tirar água do seu interior. A maioria optou por não fazer caso, pois na verdade
estava muito ocupada em trocar as coisas na entrada da boca do poço... muitos estavam satisfeitos com as
sensações experimentadas fora.
Sem dúvida alguns tentaram fazer a experiência de se libertar das coisas que enchiam a boca... e
encontravam água no seu interior. A partir de então, as surpresas destes foram aumentando. Comprovaram que,
por mais água que tirassem do interior do poço, este não esvaziava. A seguir, aprofundando mais para o interior,
descobriram que todos os poços estavam unidos por aquilo que lhes dava razão de ser: a água. Assim começou
uma comunicação profunda entre eles, porque as paredes dos poços deixaram de ser barreiras entre eles.
Comunicaram-se em profundidade, sem se preocuparem com a abertura da boca. A descoberta mais sensacional
veio depois, quando os poços já viviam em profundidade: chegaram à conclusão que a água que lhes dava vida
não nascia lá mesmo, em cada poço, mas vinha, para todos, procedente de um mesmo lugar...e procuraram
seguir a corrente da água.
E descobriram o manancial! O manancial estava bem longe: na montanha do país dos poços...e ninguém
sabia da sua presença. Mas estava lá! A montanha sempre esteve lá. Umas vezes apenas visível entre as nuvens,
outras, mais radiante... e nunca perceberam a montanha. Desde então os poços que haviam descoberto a razão
do seu ser, esforçaram-se por aumentar o seu interior e aumentar a sua profundidade, para que o manancial
pudesse chegar mais facilmente até eles. E a água que tiravam de si mesmos, tornou fértil a terra ao seu redor.
Enquanto isso, lá fora, na superfície, a maioria dos poços continua aumentando as suas bocas, procurando ter
sempre mais coisas.

terça-feira, 19 de agosto de 2008






Clarminhámos…
Subimos mais alto…
Criámos laços ! ! !

3…2…1…Viva! Tinha chegado finalmente o AAcampaki! O meu primeiro Acampaki!
Nem a chuva conseguia apagar a chama, ainda pequena, que crescia dentro de nós: Ele está connosco!
É muito importante toda a alegria, energia e amor que se sente no coração quando somos recebidos no Carmo Jovem. Essa pequena gotinha que vai crescendo e multiplicando, mostrando a muitos o carminho da vivência e da afirmação da Fé em Cristo. Foi este caminho que percorremos neste Acampaki.
Esta semana especial foi tempo de descobrirmos novos amigos, de nos encontrarmos e de O encontrarmos…de alargar o espaço da nossa tenda e em comunhão, partilhar momentos!
As conferências ajudaram-nos a reflectir e a perceber que é possível fazer-se a diferença neste oceano. As horas de silêncio permitiram conhecer melhor a vida de St. Teresa, os seus caminhos e ajudar-nos a encontrar os nossos e a caminhá-los.
Outra actividade que adorei e que espero repetir é a clarminhada. Na nossa vida, por vezes noite escura, precisamos de uma Luz que ilumine o nosso caminho e nos guie. Sozinhos não conseguimos subir a montanha, não temos força para ultrapassar medos e obstáculos que aparecem no caminho. Foi muito bom sentir o apoio, a força, a esperança, a alegria destes meus amigos Acampakis. Todos juntos, unidos na oração, com a Luz que nos iluminava e nos dava força para avançar, conseguimos chegar ao Santuário de Nossa Sra. Do Minho! Enfrentámos o nevoeiro que sorrateiramente ia dificultando ainda mais a nossa escalada, mas perante adversidades, as forças (por uma razão especial) redobraram! Chegámos ao Alto, Viva! Conseguimos!!!
Estava muito frio (como um cacto, ah… ah… ah, ah), mas todos juntos, e com a Presença do Senhor que aumentava a nossa chama, conseguimos descansar. Foi uma experiência que ficará para toda a vida, e que me ajudará a viver, ultrapassando a noite escura, em busca da Luz.
Há muitas coisas que as palavras não conseguem descrever… são esses sentimentos que perduram no coração de quem viveu esta semana tão intensamente. Os laços que foram criados e fortalecidos, enriqueciam cada olhar, cada sorriso que brilhava nos rostos dos nossos caracóis!
Não se fechem nas vossas cascas, abram as portas, as janelas das vossas casas, deixem que o Amor entre, nos invada e renove o nosso ser na Luz Divina!
Que o espírito caracol nos acompanhe e nos ajude.

P.s. Quero aqui partilhar as dedicatórias que gentilmente recebi:
30.7.2008
Poema Claro
O teu sorriso é lindo…
O teu saber estar é lindo
O teu sentido de grupo é lindo…
Mas eu sou cego!!!

Gosto de ti a nadar
Gosto de ti a clarminhar
Gosto de ti a subir
Mas eu sou cego!!!

O espírito caracol fica-te bem
E o do Carmo jovem também
Na hora de silêncio és um encanto
Mas eu sou cego!!!

Eu sou o teu amigo invisível
É fácil saber quem eu sou
Tens de ler este poema ao jantar (em voz alta)
Mas eu sou cego!!!

Amigo invisível - Verónica (Aldeia de S. Paulo)
Amigo invisível – Frei João
Amigo invisível – Ricardo (Aldeia de S. João da Cruz)


Acampaki 31.7.2008
Olá Cris!
Poema do coxo
Gosto do teu estilo
Do teu sentido posicional no jogo
Da tua ética desportiva,
Mas eu sou coxo!

Gosto do teu posicionamento táctico
De respeito pela vida do adversário
E harmonia com todos os deficientes
Mas eu sou coxo!

Bates na bola com esse pezinho aerodinâmico
Como se fosses uma raquete;
O campo é que é sempre pequeno e atiras sempre a bola para fora
E o coxo sou eu???

Obs: como posso entrar em contacto com o teu pai para lhe dar o número de identificação bancária (NIB) para pagar a minha recuperação?
E o coxo sou eu?
Pensas vir para o ano???
Podes dar a resposta ao Ricardo, assim evitava outra lesão mais grave.
E o coxo sou eu???

Amigo invisível - Verónica (Aldeia de S. Paulo)
Amigo invisível – Frei João
Amigo invisível – Ricardo (Aldeia de S. João da Cruz)

História do cacto:
Era uma vez um cacto… sim, não era um cacto qualquer. Era um cacto especial. Gostava do frio…era um cacto frio, por isso não vivia num deserto…
Vivia nas montanhas e não gostava dos animais.
Tinha especial receio dos cavalos selvagens! *
Continua eventualmente um dia destes…

*só este cacto tinha este medo particular!

Pedro Miguel Pereira de Sousa (Aldeia de S. João da Cruz)
Jorge Fernando Ribeiro Teixeira (Aldeia de S. João da Cruz)

Para a minha menina (coimbrã)
Que dizer a esta menina-revelação?
Que dizer a uma menina simpática?
Que dizer a uma menina inteligente?
O teu sorriso preenche qualquer coração frio e triste.
Trazes alegria aos corações; Trouxeste alegria ao meu coração…
Gostei de partilhar contigo os dias, a clarminhada (os cavalos), o esforço da subida, o vencer das dificuldades…os gestos de carinho e ternura.
És especial…
A tua presença vale muito! Como a tua humildade!
Espero continuar a (re) ver-te e a conhecer-te.
À minha amiga Cris muitos beijinhos

Jorge Teixeira (Aldeia de S. João da Cruz)

Menina de Coimbra que tanto sorri:
Gostei de te conhecer
Espero-te para o ano…
E esperemos ter melhor tempo para ir para a piscina brincar com o patinho.
Bom estudo durante o próximo ano. Não desistas daquilo que queres por mais difícil que possa parecer ser!

Joana Pinto (Aldeia de S. Teresa de Jesus)

Olá querida!
Não tive muita oportunidade de estar contigo mais tempo e lamento por isso. Mas, apesar do pouco tempo que cá estive, consegui perceber a menina querida que és, sempre com um sorriso na cara!
Beijinho grande

Isabel (Aldeia de S. Teresa de Jesus)

Um grande beijo do teu amigo

Elmano (Aldeia de S. Teresinha)


Olá cara amiga, cara! É verdade J. Somos caloiras, mas isso não teve importância, visto que não atrapalhou o nosso envolvimento. Adorei conhecer-te Cristiane, tu és única, apesar de achar que somos parecidas.
Luta e vence, cai e ergue-te, sê feliz e…guarda no teu coraçãozinho um espaço para mim. É que eu já tenho espaço para ti minha amiga.
Abraço grande.

Ana Lúcia (Aldeia de S. João da Cruz)

Oi, Cris!!! J
Gostei de te conhecer melhor. És uma miúda muito muito especial que tem um jeito para as brincadeiras e para a dança. Eu sei que não estive muito muito presente mas porém consegui aparecer a tempo de conhecer a Cris…
Nós somos uma família, é bom ter-te aqui.
Adoro-te.
Beijos

Joana Costa (Aldeia de S. Paulo)


Olá Cristiane!
Já te conhecia há algum tempo mas só neste acampamento te conheci melhor.
Descobri em ti uma pessoa bastante culta, inteligente, divertida, simpática, AMIGA, uma pessoa exemplar.
Desejo-te tudo de bom.
Desejo o melhor para o teu futuro. Sê feliz miúda.
Beijo

Pedro Sousa (Aldeia de S. João da Cruz)

Olá Cristiane.
Bem nas cartas já te disse quase tudo mas como sabes nunca está tudo dito.
Espero continuar a falar contigo durante o ano.
És um espectáculo, a gente vai falando.
Gostei muito de te conhecer Cris.
Um grande beijo

David (Aldeia de S. João da Cruz)

Olá minha querida Cristiane!
Sem ti este Acampaki não iria ser o que foi.
Foste uma pessoa que marcou este acampamento que me marcou a mim.
És uma rapariga muito especial.
Quero continuar a ver-te nestes encontros.
Um grande beijo do Francisco, o teu caracol.

Francisco (Aldeia de S. João da Cruz)
Olá!
Espero que tenhas gostado desta bela semana passada aqui com todos nós.
Espero que tenhas feito boas amizades, já sabes que com a minha amizade podes contar sempre!
Que realizes os teus sonhos, que sejas muito feliz e que o mundo se torne melhor com as tuas boas acções!!!
Sê feliz!

Luís (Aldeia de S. João da Cruz)

Olá!
O Acampaki para mim chegou ao fim hoje, para ti já não falta muito…
Continua sempre com essa tua boa disposição, dedicação e empenho em tudo o que fazes…
Mantém sempre esse teu sorriso.
Um comboio de beijinhos

Joana Borges (Aldeia de S. João da Cruz)


Olá Cris!
Já fizeste cri, cri…hoje?!
Gostei muito de te conhecer melhor e pelo que já esperava és muito alegre e divertida…mas não só…
És simplesmente um eterno dom de Deus!
Beijinhos
Tiago Gonçalves (Aldeia de S. Teresa de Jesus)

Obrigado a todos!




Cristiane Macedo (Aldeia de S. Teresinha)

sábado, 15 de março de 2008

Mais Tolerância no Mundo!

Coimbra, 23 de Fevereiro de 2008
Caro Umbigo,

Como tem passado? E a família? Espero que mal, ou melhor, bem, se assim conseguirmos andar… Eu, confesso, tenho-me sentido triste, enganada e, mesmo, ultrapassada.
Por isso, venho, hoje, expressar-te a minha indignação perante as atitudes que tens tomado ultimamente. Essa tua insistência em não tolerar nada nem ninguém, a não ser para tua própria conveniência e benefício, torna-te muito egocentrista.

Como consegues querer tudo só para ti? Não achas que estás na hora de começar a viver? Ninguém vive sozinho! Nem mesmo tu, que te centras na tua rotina diária, nesse rodopio de confusão que faz o mundo esquecer o que é verdadeiramente importante! Por que é que achas que o mundo está tão intolerante? Este mundo, o nosso lar, está a tornar-se cada vez mais difícil, diria mesmo insuportável! Ninguém suporta ninguém. Cada pessoa acha que só ela é que tem razão! Se ninguém sabe tudo como é possível existir tanta intolerância? Todos nós erramos! Ninguém é perfeito! Mas se não o somos, deveríamos ser mais humildes! (Se o fôssemos, seríamos a luz do Sol que ilumina, ajudando-nos mutuamente.)

Somos todos livres! Temos o direito à diferença! Somos diferentes! E imagine como seria aborrecido se todos fôssemos tão iguais, que tivéssemos os mesmos gostos, pensamentos, a mesma vida. Temos de aceitar as diferenças de cada um. E é isto que é a tolerância: a unidade na diversidade. A riqueza está na diversidade de cada um de nós, nas nossas diferenças.
Porém, não somos indiferentes. Também somos iguais. Todos temos problemas, uns mais, outros menos, uns mais graves outros nem tanto. E todos temos de os resolver. Por vezes, chegamos a fingir que não existem, para podermos cumprir o nosso trabalho. Olha em teu redor… A necessidade de compreensão é mútua. E, muitas vezes, quando não se tem a certeza, ou mesmo para evitar conflitos, não há melhor solução do que o diálogo. Já reparaste que estás sempre a matar a conversa, aos poucos, sem que ninguém dê conta?

A tolerância também demonstra o respeito que temos uns pelos outros. Aceitar a identidade cultural do outro! E, de certa forma, já que te consideras tão importante, fica sabendo que, quando toleras alguém, estás a ser superior a ti mesmo.

Se continuarmos fechados em nós mesmos, como tu tens feito, não conseguiremos ver outras perspectivas. Precisamos de mudar o nosso olhar em relação a nós. Porque, primeiro, é preciso tolerarmo-nos a nós próprios, depois, ao outro e assim, a tudo o que nos rodeia! Mudar de olhar para mudar o mundo! Evoluir… Mudar de olhar para fazer crescer a pessoa!
Apenas se consegue progresso se encontrarmos o equilíbrio, em que a cabeça e o coração interagem para um fim. É certo, que não podemos, por qualquer pequena coisa que nos afecte, deixar de fazer o que devemos e tomar isso uma desculpa.

Mas temos de tolerar mais! Vivemos nesta grande comunidade, fazemos parte dela, somos uma grande família…a Humanidade! É por isso, que não podemos deixar de perdoar, de dar uma segunda oportunidade.

Viver é uma arte que só se aprende vivendo! Como viver?!
Tolerar faz-nos sentir bem; traz-nos paz de espírito…

E nós, crianças, não vamos deixar que destruas os nossos laços, as nossas pontes!
Não vai ser a televisão, os videojogos, os SMS, o MSN e todo o mundo virtual que nos vão fazer mudar o curso do rio que corre em nós. Não somos máquinas programadas!

Nós somos as jovens sementinhas que temos de crescer, alegres, felizes, brincando uns com os outros, como sempre fizemos! Não podemos olhar à cor, raça e condição social ou intelectual. Estas tuas ideias a que dás importância, só aparecem para criar distância e intolerância entre as pessoas.

Já reparaste que não precisamos de saber falar para começarmos a brincar com uma criança da outra ponta do mundo? Não será isso tolerância? As nossas raízes, o nosso coração não vê essas coisas fúteis. Brincamos, conversamos e partilhamos coisas e sentimentos.
Espalhamos os frutos de tolerância, compreensão, amor, direito à diferença. E é nessa diferença que, nos desculpando e aprendendo com os outros, alcançamos objectivos mais altos. Ser melhores para um mundo melhor.

Como diz o poeta, “tudo vale a pena se a alma não é pequena!”. E vale sempre a pena para mudar de olhar… Vale sempre a pena mudar de olhar, para fazer crescer a pessoa… Vale sempre a pena mudar de olhar para fazer crescer a pessoa rumo à unidade na diversidade.

Para ti, um abraço muito amigo e tolerante,

Cristiane Pais Macedo


P.S: Espero breves mudanças, com muito respeito e muita tolerância.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Carminhada Alhadas


Oh Gente!!!

E foi assim que partimos para mais uma Carminhada!

Alhadas prometia, com uma paisagem ampla e bonitos monumentos marcantes de uma história vivida!

Lá fomos nós à descoberta dessa beleza. Aos poucos, vamos nos apercebendo de uma paisagem viva, que nos acompanha!!!Que nos mostra o quão perfeita é a nossa existência!

Desde o mais pequeno grão até ao Majestoso e Omnipresente, que se espelha em Tudo, em nós, no nosso interior, que nos faz contemplar todas as coisas e os seus sinais em cada um!Exemplo engraçado disto, foi a nossa chegada a Maiorca. Nas palavras do Frei João, o Espírito Santo manifesta-se de várias maneiras, por isso, tivemos uma calorosa saudação canina!

Aprendemos uma lição muito importante sobre o Espírito de Jesus que nos habita, Ele nos guia e indica o melhor caminho!

Cabe-nos a difícil tarefa de O seguir e contornar as pedras que vão surgindo.

Não devemos ter a cabeça nem o coração de pedra, pois não queremos ser secos, mas banhados pelas Águas Vivas e pelo Orvalho da manhã.

Ser como a sementinha que cai na terra, que cresce, dá frutos e espalha o seu Ser!

Também nós, na Carminhada, espalhamos sementes de Amor, de Alegria e de Fraternidade, a todos aqueles que querem ter o coração aberto à Felicidade Plena!


Oh Gente!

Vamos Viver JESUS!